Mostrando postagens com marcador dilemas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dilemas. Mostrar todas as postagens

domingo, fevereiro 24, 2008

Ano novo, homens velhos

Ah, conversas de madrugada.

Temática: bipolares ou cruéis?

Cenário: hoje ele te ama, te quer, morre de saudades. amanhã, sai com outra(s), não liga, não te procura.

Atitude resposta: Você chora, discute, morre de amor.
Ele: Fala que você é histérica.

Atitude resposta alternativa: Manda ele se fuder.
Ele: Fala que não é bem assim, chora, discute, morre de amor.

Observação: O fenômeno acima ocorre sempre em loop.



Veja bem, eu não entendo não, e não é só eu. Não precisamos de muito não, mas se você gosta, demonstre. Pequenos gestos, um 'oi', essas coisas. Agora, se não gostam, por que fazer cena quando a gente resolver dar perdido ? Por que ficar nos prendendo se não querem mais ? Por que nos largar e depois vir jurar amor eterno no dia seguinte ?


Das duas uma: bipolaridade ou crueldade pura. Votem.

quarta-feira, julho 04, 2007

O sexo dos anjos

Tem discussões que não tem fim. Qual o melhor time da série B do Brasileirão ? Por que toda mulher gosta de discutir a relação ? Por que acne surge na véspera da festa ? Quem nasceu primeiro, ovo ou galinha ?

A maioria das discussões homem/mulher são como o sexo dos anjos. Redundantes, reticentes, repetitivas. São perfis tão diferentes e essa ânsia de um entrar no mundo do outro, de se entender completamente, cria uma tensão que não tem fim. Endless story.

Temos que parar de querer nos compreender. Acho que o segredo é aceitar.

Não, não tenho o segredo. Mas dá um bom livro, best-seller de auto-ajuda se eu fosse picareta pra escrever esse tipo de livro.

Acredito, contudo, que aceitar é a chave do cofre. Não é questionar. Não é duvidar. Não é explicar. Não é entender.

Aceitem-se.

domingo, janeiro 14, 2007

Fofos, legais e bonzinhos: favor dirigir-se à merda.

Chega um tempo na vida que você já teve uma boa amostragem de homens. Já viu tudo quanto é tipo, de panacas a safados, de malandros a grudentos. Você parece um esquimó, só que em vez de reconhecer 30 tonalidades diferentes de branco, reconhece 30 tipos diferentes de cafas.
É nesse estágio que você, mulher, cansada da vida e sem mais nada pra fazer a noite (afinal você desistiu dos homens, lembra?), começa a analisar o que foi coletado ao longo dos anos.
É aí que eu chego a conclusão do pior tipo de homem que pode acontecer na vida de uma mulher. Não, ele não é aquele idiota que te pega só para espalhar pros amigos qual foi a última que ele comeu, ou o cafa que te leva pra casa e depois te dá o dinheiro do táxi (ou, sendo franca, nem isso ele te dá). Esses a gente se acostuma, brinca, participa, acha graça das mil-e-uma criancices, bate, cospe na cara - enfim, muitas opções de tratamento para listar.
O pior tipo é aquele que você não consegue odiar. Não consegue olhar pra cara e dizer: "como você é um patife", ou "larga mão de ser babaca". Ele pode fazer de você, basicamente, o que ele quiser, e basta um olhar de soslaio para que todas aquelas frases que você ensaiou falar, mostrando ao fulano qual o seu devido lugar na sociedade, desapareçam no ar. Ele te deixa sem jeito, abaixa sua guarda, te machuca, te deixa frebril de raiva, mas você não consegue enganar nem a si própria com aquele "detesto você" que passa na cabeça de vez em quando.
Esse tipo te escraviza psicologicamente, te joga no buraco mais fundo, tira suas vontades mais primárias.
Às vezes, tudo o que você precisa para seguir a vida adiante é virar para a cara de sicrano e dizer: "vai pra puta que pariu, seu insignificante, se joga da ponte ou embaixo de caminhão e vira patê de sardinha velha".
O mais cruel tipo de homem é aquele que não te dá nem esse direito.
O ódio.